Tuesday, February 9, 2010

Mais Paris, Disney e Amsterdam


Ainda tinhamos 2 dias em Paris, antes da volta da minha família para São Paulo, e aproveitamos para ver o resto de Paris, o que incluia atrações principais, como a Torre Eiffel e o Louvre. Lembrei da primeira vez que desci em Trocadero e vi a Torre de perto. É uma sensação incrível ver algo tão famoso como a torre na sua frente, ainda mais a noite iluminada. Meus pais aproveitaram para comprar uns souvenirs dos vendedores africanos que rodeiam a torre. Uma curiosidade, a palavra souvenir é françesa e quer dizer lembrança, ou lembrar, dependendo do modo que a palavra é usada. 


O Louvre é gigante, e a Monalisa é tão pequena que ela perde importância perto da grandiosidade do museu. Mas ela continua sendo a obra mais visitada. Aliás haviam placas no museu que te direcionavam à Monalisa. O museu também tem um acervo interassante sobre múmias, e uma grande coleção de esculturas gregas e romanas. Depois do livro e do filme do Código Da Vinci, as visitas ao museu aumentaram em 3 milhões de pessoas. Além do Louvre fomo na Lafayette, que infelizmente já não tinha mais as vitrines de Natal e na Ópera de Paris. Na última noite comemos escargots... Até que não foi tão ruim assim. Eles temperam bastante os bichinhos, então o gosto que prevalece é o das ervas. Os caramujos ficam 5 dias em jejum, tomando apenas água ou vinho branco antes de serem comercializados.


Logo meus pais e minha vó voltaram para o Brasil e eu e minha irmã ficamos mais alguns dias em Paris antes de irmos para Amsterdam e depois para Bratislava. Antes de mais nada aproveitamos as ofertas pós natal de Paris, que aliás durou até o dia 6 de Fevereiro. Encontramos promoções incríveis, de até 70% de desconto, inclusive em lojas famosas como Gap, Zara, e Benetton. Mais o melhor era uma loja chamada Célio, que para a infelicidade da minha irmã só tinha roupas para homen. Voltei com o guardaroupa reformado! haha Nunca fiz tantas compras na vida. Fiquei até com medo de virar um shopaholic!









Além das compras aproveitamos para ir nos luagres que eu ainda não conhecia de Paris, como o Parque Monceau, que aliás foi creado por Napoleão, e o Pantheon. O Pantheon é um espaço dedicado aos grandes homens franceses, entre eles Voltaire, Rousseau, e Braille (sim o cara que criou o sistema de pontinhos para cegos). Também fomos para a região de La Defense, o centro financeiro de Paris, que era muito maior do que eu esperava. Lá estão as sedes de grandes multis. É lá que economistas e administradores devem ir, caso queiram procurar empregos em Paris! A foto ao lado é do famoso Grande Arche, que está completamente alinhado com o Arc de Triomphe. Esse prédio não é apenas decorativo, funciona como um complexo de escritórios. A noite fomos na casa da Fe encontrar com o pessoal antes de viajarmos. Tentamos fazer tapioca, o que não deu muito certo... talvez o problema foi tentar secar a massa com o secador, depois de já ter enxugado-a com uma toalha! haha Acabamos comendo crepes instead!


No último dia antes de Amsterdam fomos para a Disney de Paris. Compramos o ingresso com uma semana de antecedencia pela internet, o que economisa 22 Euros por pessoa. Estava um dia absurdamente frio, a ponto de não termos vontade de sair de casa, mas com os ingressos já pagos, lá fomos nos. Chegamos no Parque uma hora mais cedo, pois errei o horário de abertura, então ficamos na loja da Disney esperando e até dormi um pouco no strabuck's de lá (dentro era bem mais quente). Assim que começamos a ir nas atrações o frio acabou! Tivemos sorte, pois o parque estava vazio. Fomos em todas as atrações legais várias vezes, incluindo 3 vezes em Space Mountain, Indiana Jones e no Bi thunder Mountain. Mas também fomos nas naves voadoras e na aventura do Buzz Lightyear. No divertimos bastante! Além dos brinquedos, vimos 2 shows dos personagens e o desfile final antes de fechar o parque.

Finalmente chegamos em casa, aonde estavamos ficando como convidados, pois eu havia combinado de pagar aluguel até Dezembro. Mas como haviam 2 quartos livres, continuei na casa, sem o proprietário saber claro. A Flavia e o Aria toparam! Por sorte ele não foi nos visitar em nenhum dos dias em que estavamos lá. Além dos dias corridos também tive que terminar um trabalho escrito pra aula de psychologia do trabalho.

Amsterdam

Nosso ônibus para Amsterdam saio quinta-feira de manhã, e dez horas depois chegamos na Amstel Station, no sul da cidade. Tinhamos um couchsurfer para quinta e outro para domingo; a menina que deveria nos hospedar nos outros dias mudou de ideia de última hora, e então tivemos que ficar em albergues. Chegamos 19:30, e deveriamos ir direto para a casa do couchsurfer, que já tinha preparado jantar para nos todos. Ele já tinha falado pela internet que normalmente o pessoal leva 1 hora pra encontrar a casa dele, depois de desceram na estação de trem próxima da qual ele mora. O ônibus que deveriamo pegar passava a cada 30 minutos, e depois de esperar 25 minutos, perdemos o primeiro, pois estavamos esperando no lugar errado. Depois de 30 miuntos pegamos o mesmo ônibus no local correto. Mais 30 minutos até a casa dele, e finalmente chegamos próximo da casa dele. O problema era encontrá-la. Levamos 45 minutos, menos do que a média. O problema estava nas direções que ele passavam. Ele mora atrás de um shopping center, mais nas direções escreve que mora do outor lado do shopping, o que é não é a mesma coisa. Ainda bem que tinhamos o telefone dele para ligar! haha


Descobri que ele já tinha dado uma palestra na sede da google no Silicon Valley, pois na faculdade ele desenvolveu um aplicativo inovador pro google Earth. Achei super legal! Quando eu expliquei que a couchsurfer acabou cancelando os outros dias, ele disse que poderiamos ficar na casa dele sábado tbm. Tcha Tching! Na mesma noite ele iria receber outros dois surfers, da França. No dia seguinte ele emprestou a bicicleta dele, e depois levou a gente pra alugar uma segunda,por 3 euros, o dia inteiro. O preço normal de um aluguel é de 12 euros / dia, e nos estavamos com duas por três, pq ele tinha uma carterinha especial. Andar de bicicleta é a coisa típica para se fazer na Hollanda. Imagine a quantidade de motos em São Paulo, deve ter um número parecido de bicicletas em Amsterdam. O segundo crime mais comum na cidade é o roubou de bicicletas. O host nos explicou que há pistas de bicicleta para todo o país a partir de Amsterdam. 

Saimos andando pela cidade, em direção do centro turístico para pegar informações do que fazer. Essa altura do campeonato não tinha mais pique para planejar nossas atividades diárias. Descobrimos que da pra pegar um ferry até as ilhas do norte da cidadede graça. Não que tenha muito pra fazer lá, já que está longe do centro, mas já qu estavamos de bicicleta decidimos explorar. Acabamos achando um parque legal, e um rio congelado. Sim, estava muito frio em Amsterdam também! Quando voltamos da ilha fomos atrás de um hostel para dormimos aquela noite, e acabamos ficando em um dos HI de Amsterdam, uma rede mundial de albergue que já conhecia do Brasil e do Canadá. Decidimos ficar por lá mesmo. Fomos andar mais um pouco de bicicleta pela cidade, e vimos o primeiro e único windmill da nossa viagem (foto ao lado). Tinhamos marcado com o couchsurfer de nos encontrar 19h na casa dele, e antes disso fomos devolver a bicicleta alugada por ele. Que alívio chegar de volta sem ter quebrado nenhuma das duas bicicletas, e sem ter se perdido. Imagina andar o dia inteiro de bicicleta por uma cidade em que você nunca esteve. 

Pegams nossas coisas e fomos pra o albergue dormir.

O Esquema de transporte público em Amsterdam é um pouco atrasado, e caro... Ao invés de um cartão magnético como o bilhete único de São Paulo e outras cidades grandes, lá ainda funciona um sistema de canhoto de papel, que recebe furos de acordo com as zonas da cidade pelas quais você passa. No final conseguimos passar os 4 dias com um único canhoto de 14 furos, e algumas "migueladas".

No dia seguinte aproveitamos o farto café da manhã em sistema de buffet do albergue, e até levamos alguns sachês de chocolate em pó para o birgadeiro que iriamos fazer com o couchsurfer a noite. Largamos as coisas em um cofre gigante do albergue, e fomos para o centro da cidade fazer o tour grátis, aquele mesmo que fiz em Dublin. O tour sempre começa com 8 mil anos de história em 8 minutos, uma frase cliché dessa empresa. A empres aopera tours de graça, baseados apenas em tips (caixinhas) por várias cidades da Europa. Os guias geralmente são jovens, e eles pagam à empresa para poder dar esse tour de graça, pois no final é eles que ficam com as caixinhas. Andamos por cerca de 3 horas, com uma pausa de 25 minutos. Depois do seguinte dia na cidade ficou claro que, assim como Veneza, mas de uma maneira bastante diferente, a cidade tem dezenas de canais que cortam as ruas, e desabam no mar. O principal é o Amstel river, que deu noma à cidade.



A guia, uma estudante americana morando em Amsterdam, nos explicou um pouco de tudo, a arquitetura da cidade, o gosto pela bicicleta, a história, certas peculiaridades, a zona vermelha, e até os coffee shops. Vimosa china town, a casa de Anne Frank, o ponto mais alto da cidade (1,8m acima do nível do mar), e até a casa mais estreita da cidade (1,5m de largura - foto logo acima). Na realidade, o uso, a plantção e a comercialização da maconha em Amsterdam é proibida por lei. Porém, o governo simplesmente decidiu não enforçar esta lei. Finge que não sabe que há coffe shops aonde se vende e consome "livremente" a droga. Se você quiser tomar café, deve procurar um café, e não um coffee shop. Se estiver escrito em inglês é por que o local vende mais do que apenas café.  A red light district, zona de prostituição também é bastante peculiar. As mulheres ficam de lingerie em vitrines, que na realidade são janelas grandes de casas residenciais. Segundo a guia, elas alugam este espaço por turno de 8 horas, e durante 24 horas por dia há alguem lá.

A noite voltamos para o hostel, e em seguida para a casa do couchsurfer. Encontramos os franceses que também riam ficar lá aquela noite. No final tinha 4 pessoas dormindo na sala do couchsurfer, 2 no sofá e 2 em colcões infláveis. Antes de dormir fomos no mercado para comprar algo para janta. O Thyce, nosso couchsurfer decidiu cozinhar um prato típico a base de batata, um folha que parece repolho e linguiça. Ficou muito bom! De sobremesa fizemos brigadeiro para eles experimentarem! Claro que gostaram né! Quem não gosta de brigadeiro...


Antes de dormir, fiz reserva no hostel aonde iriamos encontrar as duas americanas, Tina e Emelia. Domingo acordamos meio tarde, e depois de tomar café com o pessoal fomos para o hostel. Como o check-in era só as duas, ficamos por lá fazendo hora, na internet. Também fomos no supermercado e compramos almoço, que esquentaram na cozinha do hostel pra gente.
Depois do almoço fomos para o vondelpark, o mais famoso da cidade, e depos para Museumplein aonde ficam os museus famosos da cidade, como o de Van Gogh, e a famoso placa IAMSTERDAM. Perdemos um tempão tirando fotos com essa placa, pra depois fazer a colagem ao lado. Haja paciência...haha 


Anoite encontramos as meninas americanas no hostel, e fomos no Mcdonald's saciar a vontade da Dani de comer um Mcflurry. Decidimos que no dia seguinte iriamos alugar uma bicicleta e pedalar em direção ao sul do país, para algumas cidades aonde poderiamos ver windmills! O nosso couchsurfer que recomendo, ele disse que era fácil, bastava seguir o rio na direção sul. Na prática não foi tão fácil assim... e essa foi a minha aventura que menos teve sucesso. No final, pedalamos por menos por 2 goras, seguindo um rio errado, e não chegamos a lugar nenhum. Fora que o dia estava MUITO frio e nublado.  Minha irma conseguiu, de alguma maneira, prender suas rodas em um trilho de trem que estavamos atravessando e cair! Nos perdemos completamente, e só sabimos que não estavamos mais em Amsterdam. A volta foi fácil, pois bastava seguir o rio no sentido contrário. Quando voltamos à Amsterdam fomos tomar chocolate quente para esquentar, e comer os lanches que havimos feitos para almoço. A noite fomos para um restaurante no qual, por 12 Euros, você podia comer ribs (costela de boi) a vontade com molho barbecue. Wow! Estava bom demais e claro que comi muito! haha Legal é comparar a foto depois, com apenas os ossinhos na mesa! 

Deveriamos ir para a casa de um outro couchsurfera noite, mas nao estavamos afim de arrastar todas nossas coisas pela cidade, no frio, mais uma vez, e estavamos nos divertindo com as meninas. Resolvemos passar mais uma noite no hostel! No dia seguinte foi café da manhã, com muito peanut butter, e depois fomos para a estação de ônibus para voltarmos à Paris!

8 horas depois, quase meia noite, chegamos na Estação Galieni em Paris. O mesmo local aonde eu tinha chegado, há exatamente 4 meses, pela primeira vez na cidade das luzes!It's good to be home, mesmo que por apenas uma noite! No dia seguinte tinhamos um vôo para Bratislava...
To be continued

Monday, January 18, 2010

Christmas & New Years


E de repente chegaram! Depois de passar quase 12 horas no aeroporto, devido à neve e às consequentes cancelações e atrasos nos vôos, meus pais, minha vó e a minha irmã finalmente chegaram no Aeroporto CDG de Paris! A primeira a passar pelos portões foi minha vó, e depois descobri que meus pais estavam resolvendo o problema das malas. Haviam 3 malas perdidas, que só fomos receber depois do natal, mas isso vou contar daqui a pouco. Chegamos em casa quase meia-noite, e comemos tudo que eu tinha comprado para um café tarde. Macarrons, pain au chocolat, Croissant Amande, e mais algumas coisinhas típicas de Paris. E claro uma baguete e queijo!

Como eles chegaram mais tarde, já perdemos meio dia de visita, então tivemos que fazer um intensivão de Paris nos próximos dias. Começamos pelo Les Invalides, e em seguida fomos para o Jardin de Luxembourg. No caminho encontramos algumas lojas, e paramos um bom tempo para fazer compras. Voltando pra história das malas, a Air France perdeu 3 delas, e por isso deu 100 euros pra cada um dos 4 gastarem em roupa e outras coisas de emergência. Então por que não aproveitar? Achamos umas excelentes ofertas! 



Depois das compras encontramos a Charlotte, que queria conhecer minha família, e fomos para o Jardin de Luxxembourg, que estava fechado por causa da neve, e em seguida fomos para o Pantheon. Paramos para a pausa de almoço, claro que fizemos uns lanchinhos em casa antes de sair, mais isso já era uma 5 da tarde. Depois fomos para Montmarte, e pegamos o funiculaire até a Sacré Coeur, mas antes disso passamos pelp Moulin Rouge pra bater uma foto. E por fim, fomos para a Champs-Elyssée, da Place de La Concorde até L'arc de Thriumphe. Que caminhada. Passamos pelo marché de noel, e todas as grandes lojas! Não preciso dizer que chegamos em casa mortos, quase meia-noite. Não sei como todos aguentaram, principalmente minha vó.







PARIS


No dia seguinte fomo para a Île de La cité, passar pelo rio Senna, a Notre Dame, Fontaine St. Michel, e a Ópera de Paris. Tivemos apenas meio dia em Paris, pq a tarde fomos pegar o trailer. Chegamos até lá de ônibus e atrasado, pois pra variar teve o acidente no RER C, justo o que deveriamos pegar. Todos estavam cansados e decidimos sair no dia seguinte de manhã, ao invés de sair na mesma noite. Foi um sacrifício estacionar o trailer na ilha em que moro, aonde só tem ruas estritas. Acabamos encontrando um português vizinho que estava com uma van em frente minha casa, e pedimos para ele nos dar a vaga. Depois de 1 hora de bate papo sobre o Brasil, a vida dele na França e portugal, conseguimos convencê-lo a nos ceder a vaga.


No dia seguinte terminamos de fazer a mudança casa trailer, que nao demorou muito já que a Air France ainda estava com 3 das nossas malas. Nossa primeira destinação era Chambery, uma cidade pequena próximo aos alpes franceses e da cidade de Grenoble. A viagem elvou umas 6 horas, e fomos pego de surpresa pelo pedágio,q ue é carríssim na França. Fomos lá para fazer skii já que estava mais barato que na Itália e na Suiça. Chegamos já a noite, e por sorte encontramos um espaço público para campers, aonde pudemos estacionar, encher o compartimento de àgua e jogar fora a "sujeira", tudo na faixa. No dia seguinte passamos meio dia eskiando, em La Feclaz, que segundo o centro turístico local teria as pistas mais fáceis. Eu e minha irmã eram os únicos que se arriscaram nas pistas, e a primeira descida foi péssima. Acho que levei uns 10 tombos. A menor pista era gigante, e basicamente minha estratégia era se jogor no chão toda vez que eu pegava muita velocidade. Minha irmã, que nunca tinha eskiado, sofreu ainda mais. Ela caia, dava rês voltas de 360° no chão, e depois batia a cabeça no chão. Os skiis sairam várias vezes....


Depois disso, ela não quis mais descer a montanha, e foi tomar sopa no camper. Eu decidi tentar mais uma vez. Fui na loja e troquei de skiis. Me deram um bem menor. Na segunda tentativa eu  parecia outra pressoa skiando. Nao sei se foi os novos skiis ou eu que de uma hora pra outra aprendi. Cai uma única vez. Desci mais 3 vezes, e até arrisquei uma psita um pouco mais avançada. O pior é que nem tinhamos roupa pra skiar, pois elas estavam nas malas perdidas pela Air France.


No fim do dia partimos para Marseille, a segunda maior cidade da França, parte da Côte d'Azur, ou Riviera Francesa. Chegamos a noite, e encontramos um grande estacionamento público para estacionar, bem em frente a praia. Isso era dia 25, e resolvemos sair para tirar umas fotos de Natal. No dia seguinte fomo conhecer a cidade, a regidão do porto velho,  e a catedral de Marseille (Notre Dame de Marseille). Depois do almoço fomos ver os calanques, formações rochosas na costa. Tudo muito bonito. Esse cara do Marrocos acabou saindo na foto também.


A noite partimos para Monaco, 2.5 horas, e 40 euros, de Marseille. Basicamente, Monaco é um lugar aonde tem muita gente rica. No porto, centenas de yachts gigantes, alguns que probavelmente custavam dezenas de milhões de dólares. A cidade também tem alguns Cassinos, com ferraris, porches e BMW estacionasdos na porta. Fomos ver o mercado de natal, que era pequeno, e em seguida fomos para o Cassino! Enquanto minha mãe jogava eu aproveitava das bebidas grátis. No terceiro copo a garçonette disse que só poderia servir que estava jogando...



Não gosto de generalizar, mais fiquei com a impressão de que o povo de monaco se acha um pouco. Estacionamos o trailer no porto, próximo a outro. Na volta, chegou um carro de polícia, e sairam bem agitados, falando que lá não era a França ou a Itália, e que em Monaco não pode ter Trailer. Deixamos a cidade, e enocntramos um posto com área para camper na estrada. No dia seguinte partimos cedo para Pisa, na Itália! Chegamos por lá depois do almoço, e fizemos uma parada rápida para ver a Torre, e depois comemos pizza num restaurante típico italiano. É claro que a pizza do Brasil é mil vezes melhor que a Italiana! Sem dúvidas! A tarde pegamos a estrada mais uma vez, agora em direção à Roma. Paramos em um posto no meio da estrada. A infra strutura da Itália para campers é muito boa, e encontramos muitos, mesmo sendo inverno.



Passamos 3 dias em Roma, o que foi o sufficiente para ver as principais atrações turísticas, e conhecer a maioria dos supermercados da cidade! haha Por sorte encontramos dois lugares bem localizados para estacionar o trailer, a partir da onde pudemos pegar o metro, ou andar até os pontos que visitamos. Roma é bem diferente de Paris, menos desenvolvida e mais pobre. O metro de Roma é quase igual ao de São Paulo em termos de linhas e estações. O sistema de Paris é um dos maiores do mundo, com 385 paradas. São paulo, com o dobro da população possui 55 estações de metro. Outro detalhe que logo notei foi a quantidade de smart, aquele carro bem pequeno.Ele é o maior sucesso em Roma diria que de cada 5 carros que vimos, um deles era um smart. O engraçado é que eles podem estacionar tanto paralelo como perpendicular à calçada, pois o carro é quase um quadrado. 


Quanto a à vida do trailer, um terço da viagem já se passou, e até que nos adaptamos bem. Alguns probleminhas, como não soubemos ligar o aquecedor, nem a geladeira. Mas sem o aquecedor, a geladeira acabou se tornando desnecessária. Estavamos em pleno inverno europeu, e isso foi dificíl. Sempre estavamos bem agasalhados. Cozinhamos bastante no trailer, geralmente macarrão, sopa e lanches. E claro muitas bolachas, biscoitos, balas etc... Acabamos conhecendo bastante supermercados! O compartimento de água do trailer tinha uma capacidade máxima de 150 litros, então a cada dois dias precisavamos enchê-lo, e claro, despeja a água suja. Isso nem sempre foi fácil, mas não foi um ponto negativo da viagem. haha Claro que se estivesse calor teriamos aproveitado mais. Além da água suja também tinha o depósito de privada que tinha que ser esvaziado rotineiramente. Sobre isso não tenho comentários... haha 

Para quem associa uma viagem pela Europa com luxo, glamour e , este não foi o nosso caso. A nossa viagem foi uma aventura, divertida e diferente; foi rough style!


O fato de Roma ser menos glamurosa que Paris não faz a cidade perder sua beleza. As cidades são apenas diferentes. O que mais chamou minha atençao foi a grandeza dos monumentos. Como se a estratégia fosse impressionar as pessoas pelo tamanho. A Piazza Veneza é enorme, o Colosseu, e o Férum romano também foram construídos de maneira grandiosa.





Também visitamos o vaticano, com a praça são pedro e os túmulos papais. Não achei grande coisa, é  um espaço gigante, mas meio triste. Também visitamos a piazza españa, e vimos um concerto grátis, com balet natalino e até ópera italiana. Parece que era o prefeito de Roma que estava cantando. O local estava lotado. Por acaso encontrei duas meninas da Dauphine nesse dia. E claro vímos várias outras igrejas, super luxuosas, exageradamente.  No dia 29 anoite saímos de Roma, e dormimos em um posto com site de camper na estrada mais uma vez. 


Chegamos no próximo destino, Firenze, ou Florença em portugues, no dia 30 de manhã. Foi em Firenze que nasceu Michelangelo, Donatello e Dante Alighieri. Logo que chegamos fomos para a piazza Michelangelo, no topo de uma colina, de onde se tem uma ótima vista da cidade, e bastante espaçopar estacionar. Esqueci de mencionar, mas eu comprei dois guias usados da Itália em uma livraria usada de Paris. É isso que usamos para nos guiar, e um GPS que compramos na FNAC claro. Firenze é incrível! Completamente diferente de Pisa, Roma e claro, Veneza. Depois da piazza Michelangelo descemos para ver o centro antigo da cidade, a Ponte Vecchio (ponte velha em  italiano), com suas lojas de ouro, e o Duomo de Firenze, que foi construido para ser o maior do mundo. ALiás, ele mede 2 metros de largura a mais que o duomo da Catedral de são Pedro, no Vaticano.


Lá pelas 7 da noite partimos para Veneza. Dormimos novamente em um site de camper na estrada, aproveitando a infra-estrutura de água. Dia 31 partimos cedinho para o centro da cidade de Mestre, a 5 minutos de trem de Veneza, aonde passariamos a virada de ano.  Veneza é uma cidade costeira do Mar Adriático, ela é composta 118 ilhotas, cortadas por 177 canais. Carros não podem circular na cidade, e o meio de transporte público é o Vaporetto, um barco. Claro que como tudo em Veneza, carrísimo. Um único bilhete simples custa 6 euros, e o passe pro dia sai 18 euros. (1 Euros = + ou - 2.7 reais). Imagino que deve ter algum outro eschema para as pessoas que moram lá. Esse deve ser o bilhete para turistas. Pra fugir do abuso, resolvemos andar pelas ruas. O que foi uma ótima idéia, pq realmente conhecemos a cidade. Nada melhor do que se perder no meio dos canais e das ilhotas! 


Quando saimos de Mestre já era 13:00, e estavamos preocupados com a Aque Alte, o que quer dizer enchente em Italiano. Sim, a cidade sofre e muito com enchentes, principalmente nesse período do ano. Na ida encontramos dois alemãos que estavam procurando botas, pois tinha quando chegaram na cidade tiveram que voltar, a àgua estava muito cheia. Quando chegamos não tivemos problemas, a água já tinha baixada. As enchentes geralmente duram apenas algumas horas. Mas no centro de informações turísticas avisaram que anoite, la pelas 11, a água voltaria. Ela recomendou que comrpassemos botas. Claro que os comerciantes locais aproveitam da situação. Encontramos botas de plástico, que no Brasil não custaria mais de 10 reais por 40 Euros! Viva a lei da oferta e da demanda!



Não querendo gastar 200 euros em botas de plático resolvemos arriscar. Passamos o dia explorando os canais, e lá pelas10 fomos para a Piazza San Marco, aonde aconteceria o show da virada. Dança, música, fogos, e muita água... hahaha Metade das pessoas tinham botas, a outra metade se virou. Por sorte uma parte da praça era mais alta, aonde os sem botas puderam se abrigar. 10 9 8 7 6 5 4 3... 2... 1... (Na foto Ponte Rialto a maior e mais antiga de Veneza, construida em 1181 pela primeira vez).


Happy New Year! De repente estamos em 2010!


A volta para Mestre de noite foi um pouco caótica. Primeiro por que as ruas estavam cheias de água. A prefeitura instalou umas plataformas de madeira acima da água, mais isso apenas amenizou a situção. O segundo, e mais complicado problema, é que todos estavam perdidos. De dia vc pergunt para os comerciantes o caminho, mas de madrugada estava tudo fechado. Não sei como conseguimos nos perder. Conhecemos duas meninas americanas em intercâmbio na Espanhã, por sorte elas tinha um mapa. Depois descobri que estariamos em Amsterdam na mesma semana e trocamos e-mail para nos encontrarmos denovo. Finalmente chegamos an estação de trem, e voltamos para nossa casa móvel em Mestre!


No dia seguinte partimos para a Suiça, na direção de Lugano, mas no caminho passamos por Verona, acidade de Romeu e julieta (sim eles existiram de verdade). Como era dia 1°, feriado, tudo estava fechado, então não conseguimos vistar muito. Depois de uma horinha na cidade voltamos para a estrada, com destino à Lugano, aonde chegamos mais tarde. Lugano faz parte da Suiça Italiana, e é uma cidade no sul do país, com lagos e montanhas. Logo se percebe que você está em um país realmente desenvolvido! Aparentemente a Suiça não tem "pobreza", como na França e na Itália, que já são países bem desenvolvidos se comparados ao Brasil. 


Em Lugano não há muito o que fazer, a não ser apreciar a vista do lago e das montanhas, e o frio da Suiça claro! A noite fomos para o cassino da cidade, e no dia sgeuinte tiramos algumas fotos no Lago e partimos para Lucerne, a próxima cidade! Penseva que Lucerne era na parte francesa, mais quando chegamos logo descobrimos que estavams na Suiça alemã. haha Surprise! Não entendiamos nada, e para a minha surpresa, boa parte das pessoas nao tinha um inglês muito bom. Pela estrada atravessamos boa parte dos alpes suiços, e a vista era fantástica. Passamos por um túnel gigante, de 15km. Acho que ficamos quase meia hora lá dentro.


Lucerne também tem montanhas e um lago, mas ao contrário de Lugano nao é uma cidade moderna. Tem mais a cara de um típico vilarejo suiço, principalmente por causa de uma ponte de madeira bem antiga que atravessa o lago bem no centro da cidade. Estava muito frio na Suiça! Aproveitamos a vista da cidade, e das montanhas, e por sorte estava sol. Mas, sol não é sinônimo de calor. tudo é bem caro na Suiça, a pesar da moeda deles, o franco suiço, ser menos valorizado que o Euro.




Passamos a noite em Lucerne, e no dia seguinte, depois do almoço, partimos para Paris. 6 horas de distância, segundo o google maps, na prática acho que levamos umas 8. Por algum motivo o GPS, resolveu levar a gente pela estrada nacional, e não a autoestrada. A nacional tem uma única pista, e não é tão bem conservada como a autoestrada pedagiada. Além de passar pelo meio de várias cidades pequenas, o que também atrapalha o fluxo. Eu planejei a rota pelo google maps, mas o problema é que o site não considera o fato de vc estar dirigindo um trailer, que é mais devagar claro, e o tempo gasto quando você se perde. Então os tempos de viagem acabaram sempre sendo maiores do que o esperado. 99% do tempo meu pai dirigia, sempre com alguem do lado para fazer comapania. Na Itália compramos um CD da Laura Pausini, e este foi o único que escutamos durante toda a viage, Foi legal dirigir pelo interior da Itália ouvindo Laura Pausini, mais quando chegamos na Suiça já não aguentavamos mais ouví-la. 



O outro 1% do tempo foi eu que dirigi o trailer, o que foi bem divertido, mas cansativo. A única diferença entre um carro normal é o tamanho, o que aumenta e muito o efeito do vento. Parece louco, mas o vento realmente batia ocm força, e chegava a mover o carro alguns centimetros. Meia noite chegamos em Paris, e decidimos deixar a mudança pro dia seguinte. Estavamos todos muito cansados. Mais uma vez, perdemos um tempinho tentando achar uma vaga, mais finalmente encontramos.

E essa foi nossa viagem!

Sunday, January 10, 2010

Scotland!


Time to hit the road again! haha
A tripla ryanair, Couchsurfing e lanchinhos na mochila voltou, o destino agora é Glasgow na Escócia! Consegui dois sofás!
Cheguei em Glasgow meia noite, e ainda teria mais uma hora de trem até o centro da cidade então resolvi dormir no aeroport mesmo. Não da pra chegar 1:30 da manhã sozinho, numa cidade desconhecida e ainda na casa de uma pessoa que você não conhece pessoalmente né. O aeroporto fica aberto 24h, pelo menos é o que dizia no site. Realmente ele fica aberto 24h, mas todas as luzes desligadas e as lojas fechadas. Só restou a equipe de limpeza, os seguranças, e mais uma dezena de pessoas que tiveram a mesma ideia de dormir no aeroporto.  Já tinha feito isso uma vez na Bolivia, mas não lembrava como é discomodo dormir em bancos de aeroporto. O pior é que 3 da manhã começaram a limpar o chão com uma máquinas grandes e barulhentas. E ainda tinha que ficar atento às minhas coisas, pra nimguem roubar. Afinal minha carteira e máquina estavam na mochila.


No dia seguinte peguei o primeiro trem para o centro de Glasgow. Todos os passageiros que pousaram no aeroporto ganham 50% de desconto no bilhete de ida e volta de trem. Maravilha!
Depois de sair da estação central de glasgow, uma das primeiras coisas com que me deparei foi esta estátua. Por algum motivo, ela tinha um cone na cabeça. E o cone ficou lá pelo menos 5 dias, pois quando voltei para Paris, ele continuava na cabeça do moço! 




Alguns metros mais pra frente encontrei um senhor de Kilt ( a saia típica da escócia), tocand um instrumento de sopro cujo nome não conheco. Já percebi que não estava em um país muito normal... haha Imagino que deve ser meio constrangedor fazer isso em um lugar público, de saia, no frio, e por cima ainda tem o efeito paparazzi dos turistas que não resistem tirar fotos do velhinho. Eu combinei de chegar na casa da menina que iria me hospedar lá pelas 8 da noite, então o primeiro dia fiquei livre pela cidade. Fui para o centro turístico da cidade e peguei todas as informações que precisava, ou quase, já que acabei voltando lá mais duas vezes depois. Glasgow tem uma população de quase 600 mil pessoas, então não é uma cidade tão grande (apesar de ser a maior do país e a terceira mais populosa do Reino Unido). O estilo da cidade é bem típico do reino unido, e parece bastante com as cenas do Harry Potter!



No primeiro dia andei bastante pela cidade, como sempre faço, e também aproveitei para ver dois museus (os museus são todos grátis em Glasgow). Provavelmente por isso que ele estava precisando de uma reforminha! O primeiro sobre a história de religião, e o segundo foi o Kelvingrove Museum, o mais famoso da cidade. 
Quando cheguei no Kelvingrove já 
era umas 3 e meia da tarde e e já 
estava bem escuro! Depois de 5 dias 
na Escócia ainda não tinha me 
acostumado com as meras 6 horas 
de claridade por dia.


Depois do museu finalmente fui pra casa e 
encontrei minha primeira couchsurfer, Jenny. 
O sofá dela era simples, e dentro da cozinha. 
Mas pra dormir por dois dias foi ótimo! 
Ela cozinhou uma macarronada pra gente no 
primeiro dia, e a gente dividiu uma sopa 
que eu tinha comprado no mercado. Como a 
maioria dos couchsurfers que me hospedaram,
ela é uma estudante, que dividide um apartamento 
com mais 2 pessoas. Ela estava em época de provas, 
então não pode me dar uma atenção enorme, mas foi 
simpática, educada e amigável. ela estuda português, 
e um dia quer ir pro Brasil. Mais uma ótima experiência
de couchsurfing! 







No dia seguinte acordei cedo e fui 
para a estação de trem comprar um bilhete 
para Edinburgh, a capital da Escócia. A cidade 
fica na costa leste da ilha, e como Glasgow, o 
sol não durava mais que algumas horas. As 
duas cidades são bem antigas, datando 
mesmo da idade média, o que eu não esperava.







Começei por indo no centro turistíco, 
pra pegar um mapa e algumas dicas. 
Passei o dia basicamente 
andando pela cidade. Conheci o 
parlamento, o cemitério, o Castelo 
de Edinburgh, vi reindeers. 
Comprei um doce típico que eles 
chamam de fudge (não quão típico, 
pq não é a 1° vez que vejo, mas...).Foi 
uma delícia, mais meio caro, à 4.50£ o 
pedaço. A foto ao lado é parte do 
processo de "produção", que é artesanal.



E confirmei que realmente o país tem algo de estranho. O que esse cara tava fazendo em 
cima da estátua?

Peguei o trem de volta para Glasgow 
lá pelas, 6, e aproveitei para visitar 
umas lojas. Afinal falatava uma semana 
para o natal. Descobri que Glasgow é 
uma cidade excelente para compras, e
aproveitei as prmoções! Principalmente 
uma loja chamada Dunnes. Haha... acho 
que nunca tive tanto prazer em fazer
compras! Além de roupas, tbm comprei 
muitas cookies! É incrivelmente barato 
e bom lá! Comi muitas cookies! Lá 
pelas 8 cheguei e voltei pra casa!  Mas 
antes passei no supermercado. 

Existe umas promoções incríveis na escócia com produtos que vão vencer no dia seguinte. Da pra comprar comida por 10 centavos.  WOW!Essa foi minha última noite na casa da 
Jenny. No dia seguinte eu deveria encontrar outra 
couchsurfer. A foto ao lado é da praça central de 
Edinburgh, que estava decorada para o natal.

No dia seguinte fui para a estação de trem mais uma vez.Agora eu fui até a cidade de  , na costa oeste da Escócia. De lá peguei um barco até um conjunto de ilhas chamado Isles of Arran. Não preciso falar que eu era o único tourista na cidade. Além de ser inverno, o dia estava horrível, e nublado. Então não se enchergava muito. Eu fui para fazer uma, de muitas trilhas, que um panfleto anunciava.Mas quando cheguei o centro turústico estava fechado (era domingo), e também não havia ônibus para nenhum dos lugares que eu queria ir. Imagina o meu desapontamento, chegando lá, sem saber o que fazer. A cidade inteira estava abandonada. Resolvi ir para um supermercado que tinha lá perto, pra comprar comida, cookies e doces. Isso sempre me anima!!! Fiquei sabendo que tinha uma feirinha de natal, e um casal de idosos, daqueles bem velhos, me oferecerem uma carona até lá. Aceitei! Eles ficaram impressionados ao saber que alguem do Brasil foi até a Escócia, e resolveu visitar essas ilhas!



 C'est la vie! Cheguei na feirinha e mais desapontamentos, só haviam cinco barracas. Quando estava de saída encontrei uma placa que dizia, Goatfell, por coincidência o ponto final de uma das trlhas que eu queria fazer. Resolvi seguir e ver o que dava. Como sempre, passei o dia inteiro andando,e  o que começou como um dia de desapontamento terminou com um grande sorriso de satisfação! Passei pelo castelo de Brodick, e uma natureza incrível. A trilha inteira estava deserta, mas era bem marcada, e consegui um mapa numa estação do guarda florestal. Não cheguei até o topo, por que não daria tempo para pegar o último barco que saia da cidade. 



Na volta atravessei toda a costa da cidade, ví diferentes espécies de focas selvagens, e ainda invadi um campo de golfe! Foi um super passeio! Olhando as fotos depois, descobri que tinha uma foca do meu lado na foto acima. Na hora nem notei. Ela está camuflada no chão, logo em baixo do musgo verde aonde coloquei a mão.


Cheguei de volta em Glasgow umas 7 da noite, e já tinha um encontro marcado para encontrar a próxima hostess.Ela estava em uma casa de chá com amigos e uma outra couchsurfer que iria dormir lá na primeira noite. Escolhi um cha que estava em promoção, entre mais ou menos uma centena de opções. O chá era de Bali, mas já não me recordo do nome. Foi bom para esquentar. Ficamos umas duas horas lá, jogando scrabble e bebendo chá! Foi divertido! No caminho de volta para casa dela, passamos na outra couchsurfer de Quebec, que morava perto, para eu pegar minhas coisas e dizer tchau! (A Jules que me hospedou é a da direita que fechou os olhos na foto).


A casa dela estava uma bagunça, por que tinha sido a festa dela de aniversário alguns dias antes. Mas ela tinha um super apartamento, que na realidade é do pai dela, mas ela mora sozinha, e algua o segundo quarto para um amigo. O Sofá era gigante, chique e super confortável. 
Provavelmente o melhor sofá de todo o Reino Unido! No dia seguinte eu iria visitar o Loch Lomond. Que dificil pronuciar o palavra Loch! haha Ela ficava dando risada cada vez que eu dizia a palavra. A origin da palavra é galega, e se pronuncia Loughhhhhh. 




Basicamente um Loch é um lago. hehe O mais famoso é o Loch Ness, aonde segundo a lenda mora um monsto terrível. Eu visitei o Loch Lomond, que é maior e mais perto de Glasgow. Ela quiz ir junto, aco que não tinha muito o que fazer. Foi boa companhia. Ela foi embora mais cedo, por que cançou logo. Eu continuei até mais tarde, e fui fazer outra trilha depois. Ela me convenceu a entrar no Loch, apesar do frio! A vista é incrível! E por sorte, foi um dia de sol!
Depois de visitar o Loch, resolvi fazer uma trilha la perto de onde se tinha uma vista melhor ainda do Loch. 



Peguei o ônibus e parei em um ponto no fim do mundo. Estava no interior do interior da Escócia! No ônibus conheci uma senhora, daquelas que adoram conversar, e ela começou a me contar da vida dela inteira. Que ela já morou no Oriente Médio, quando trabalhava para uma empresa de petróleo, e também no Alaska e Los Angeles. Foi legal conhecê-la. Acho que se não estivesse viajando sozinho, provavelmente não teria conseguida carona, nem conhecida tantas pessoas, por que a gente acaba ficando com os amigos e não tem a oportunidade de falar com outras pessoas! O motorista do ônibus também foi super gente boa, e me largou em frente à entrada da trilha! Não sei se tive sorte, o todo mundo lá é assim mesmo. Mas só encontrei pessoas simpáticas, educadas e sorridentes na Escócia! Muito parecido com a Irlanda!


Bom, não sei como começar a contar sobre essa thilha! Que bagunça. Vamos dizer que começei na perna errada! Logo no começo achei um muro e tive vontade de subir nele, pra tirar uma foto da montanha atrás (que eu iria subir). CLaro que não podia ser uma foto normal, tinha que ter uma pose engraçada. E claro que a pedra do muro que eu fui pisar estava solta. Claro que eu caí, e claro que atrás do muro havia uma poça gigante de Lama! Claro que me sujei interinho, mas claro que não desisti e continuei subindo a montanha. Claro que valeu a pena!


Aparentemente havia chovido no dia anterior, pois a trilha inteira estava cheia de lama. A montanha era um local meio recluso, e tinha que passar por umas fazendas privadas para chegar ao topo. Mais haviam placas dizendo que a passagem era livre. Na hora fiquei em dúvida entre dois caminhos, e acabei escolhendo o errado. Ao invés de ir pela trilha para pessoas, entrei em um pasto de vacas, cheio de lama e merda. O pior é que o pé afundava totalmente dentro da lama. Não sabia o que fazer. Me sujei mais ainda! Depois de uma hora de barro finalmente cheguei no topo, com algumas camadas de roupa a menos. O pior foi chegar imundo na casa da Jules ( a minha hostess). Até que ela não ficou muito brava... haha


Antes de voltar dei uma útlima volta no centro da cidade, para ver as iluminações de natal. Tinha um coral de crianças cantando músicas de natal, patinação no gelo, e um escorregador super colorido e diferente. Mais um dia se passou, e na manhã seguinte seria hora de partir de novo.  Fui no mercadinho la perto e comprei umas coisas pra tomar Café junto com a Jules, igual eu fiz em Madrid com a Candice, antes de partir. Comprei uma garrafa de suco que tinha comprado nas Ilhas Arran. Achei uma delícia e super doce. Quando a Jules viu eu tomando ela começou a dar risada. Depois descobri que não era suco, mas xarope para misturar com água. A garrafa recomendava diluir uma parte de suco para cinco de água. E eu tinha tomada um litro puro nas ilhas. Acho que por isso que eu não cansei! haha


Antes de ir embora, passei pela cidade para fazer umas últimas comprinhas. Acabei comprando duas jaquetas, calças, blusas, luvas etc... Presente para meus pais e minha irmã que viriam passar o natal. O pior é que estava voando com a Ryanair e só posso levar uma mochila, que já estava cheio com as roupas que trouxe para passar os cinco dias na Escócia. Tive que por toda a roupa no corpo. Na hora de passar pela segurança tive que tirar tudo... deu um trabalho. Mas no final deu tudo certo, e não tive que pagar os 40 Euros extras da Ryanair. Dei uma última volta no centro da cidade!
14:00 peguei o vôo da ryanair, e duas horas depois encontrei uma Paris branca! Estava finalmente nevando!!! Do aeroporto fui direto para a fontaine St. Michel, pois ainda teria que dar aulas de português e treinar Francês com a Emma! Que dia corrido...